Um governo com aprovação inferior a dez é um governo morto.
Nenhuma ação de sua esfera de atuação passa a ser percebida pela
iniludível razão de que mortos não falam, não agem, não comandam. O país
de Tiradentes está sendo governado por um morto.
Mortos não podem permanecer insepultos. Daí que perde qualquer sentido a invocação do revestimento formal das democracias quando do que se trata é a preservação de sua estrutura material. Não pode haver democracia firmada contra a vontade virtualmente unânime da nação.
Morto não governa. Quem governa? Núcleos sem qualquer traço de legitimidade formam-se ao sopro dos ventos e lançam-se numa disputa estéril e alheia à realidade. A cada minuto e de forma crescente o povo se desliga da Presidência da República e do Parlamento para fixar-se no trabalho da polícia e do judiciário, de onde espera surja uma saída.
O trabalho da polícia e do judiciário concentra toda a nossa esperança, mas não poderá apontar a solução. Esta terá que surgir na esfera política. A pressão das ruas fará com que os líderes -ruins, razoáveis e bons- disponham-se, premidos pelas circunstâncias, a promover o enterro.
Mortos não podem permanecer insepultos. Daí que perde qualquer sentido a invocação do revestimento formal das democracias quando do que se trata é a preservação de sua estrutura material. Não pode haver democracia firmada contra a vontade virtualmente unânime da nação.
Morto não governa. Quem governa? Núcleos sem qualquer traço de legitimidade formam-se ao sopro dos ventos e lançam-se numa disputa estéril e alheia à realidade. A cada minuto e de forma crescente o povo se desliga da Presidência da República e do Parlamento para fixar-se no trabalho da polícia e do judiciário, de onde espera surja uma saída.
O trabalho da polícia e do judiciário concentra toda a nossa esperança, mas não poderá apontar a solução. Esta terá que surgir na esfera política. A pressão das ruas fará com que os líderes -ruins, razoáveis e bons- disponham-se, premidos pelas circunstâncias,
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