A disparatada ideia de
buscar diálogo com a oposição, leia-se Fernando Henrique Cardoso,
força-me outra vez a evocar Eurípedes: “os deuses enlouquecem primeiro
aqueles a quem querem destruir”. À beira do buraco que meticulosamente
cavaram por doze anos, dirigentes petistas, Lula à frente, convidam
Fernando Henrique, Serra, Aloysio Nunes, outros, para um convescote
junto ao fosso. Em dado momento, abraçados, festejando, despencam todos
“cuesta abajo” como diz o tango. Esta hipótese, parecendo fábula de
Esopo ou de Fedro, tem lugar porque tudo tem lugar desde que despojado
de seriedade, para abordar tão burlesco propósito.
Há que se ponderar que sob a maldição da loucura, de que fala Eurípedes, estão Lula e seu séquito, não Fernando Henrique e companheiros. Admitida, por admitir simplesmente, a possibilidade de que dirigentes da oposição aceitassem o insano convite para dialogar, pergunta-se: que efeito teria isto? Que influência teria esse diálogo no “filme de terror sem fim” a que alude o vetusto Financial Times?
Há que se ponderar que sob a maldição da loucura, de que fala Eurípedes, estão Lula e seu séquito, não Fernando Henrique e companheiros. Admitida, por admitir simplesmente, a possibilidade de que dirigentes da oposição aceitassem o insano convite para dialogar, pergunta-se: que efeito teria isto? Que influência teria esse diálogo no “filme de terror sem fim” a que alude o vetusto Financial Times?
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