Inclino-me a crer não tenha havido na
história do mundo escândalo maior que o petrolão, universalizado agora,
alvo da investigação de vários países. Mais claro quiçá que a própria
clareza o fato de que o epicentro do cataclismo está nos governos atual e
passado. Primeiro, segundo, terceiro escalões; periferia desses cargos;
políticos aliados e ministros gravitam em órbitas de variada distância à
volta do sinistro. Mas garante-nos Rui falcão que Lula e Dilma são
inocentes.
Inescapável certeza brilha nas consciências de que rios de dinheiro molharam as campanhas de Lula e de Dilma, mas Rui Falcão nos repreende quando nos atrevemos a pedir que O TSE invalide o pleito e nos acusa de golpistas porque, assevera, Dilma e Lula são inocentes.
José Dirceu, esquálido, assustado, carrega a dura cruz de uma condenação presente e a iminência de outra futura. O ex-ministro saiu de dentro dele, era a voz minimamente culta a repetir a arenga tosca, neoesquerdista, do
metalúrgico loquaz. Apregoava com humildade a indiscutível liderança do
genial operário. Já não se ouve um vagido sequer na grei partidária em
defesa do mísero, ainda ontem guerreiro do povo brasileiro. José Dirceu é
culpado, mas seu mentor supremo, Lula, tranquiliza-nos Rui Falcão, é inocente.
Dilma, ao que se sabe, não estava meditando entre os monges budistas no Himalaia quando foi gestado o assalto arrasador contra a Petrobras. Vinha do ministério de Minas e ocupava a presidência do Conselho da estatal quando se consumou a negociata de Pasadena, cuja trama grosseira e burra era visível à longa distância. Mas, é Falcão quem o diz, Dilma é inocente.
Dia 6 haverá panelaço se Dilma consumar a ameaça de aparecer no programa do seu partido. Dia 16 um oceano encrespado inundará as cidades. Quando somente Rui Falcão alegar a inocência de quem encarnava o governo, de onde partiu o crime, teremos a certeza de que ela não subsistirá.
Inescapável certeza brilha nas consciências de que rios de dinheiro molharam as campanhas de Lula e de Dilma, mas Rui Falcão nos repreende quando nos atrevemos a pedir que O TSE invalide o pleito e nos acusa de golpistas porque, assevera, Dilma e Lula são inocentes.
José Dirceu, esquálido, assustado, carrega a dura cruz de uma condenação presente e a iminência de outra futura. O ex-ministro saiu de dentro dele, era a voz minimamente culta a repetir a arenga tosca, neoesquerdista,
Dilma, ao que se sabe, não estava meditando entre os monges budistas no Himalaia quando foi gestado o assalto arrasador contra a Petrobras. Vinha do ministério de Minas e ocupava a presidência do Conselho da estatal quando se consumou a negociata de Pasadena, cuja trama grosseira e burra era visível à longa distância. Mas, é Falcão quem o diz, Dilma é inocente.
Dia 6 haverá panelaço se Dilma consumar a ameaça de aparecer no programa do seu partido. Dia 16 um oceano encrespado inundará as cidades. Quando somente Rui Falcão alegar a inocência de quem encarnava o governo, de onde partiu o crime, teremos a certeza de que ela não subsistirá.
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