Nada tão deseducador e
pernicioso como acreditar que governo é fonte de benesses. É mentalidade
colonial achar que dificuldades, quer impostas pela natureza, quer pela
má gestão de antecessores, devam ser solvidas pelos governantes sem que
tenhamos que arcar com o ônus da superação.
Recebendo o governo com déficit zero das mãos de Yeda Crusius, Tarso genro, muitos se lembrarão, afirmou que não se endividar na gestão pública era sinal de incompetência. Diga-se que esta é norma pétrea da cartilha petista. Possivelmente do velho ódio marxista ao dinheiro, ao capital, à poupança, ao mérito, à burguesia, contraíram os líderes da nova seita a ideia de que é gastando que se faz distribuição e justiça. Amealhar prudentemente, reforçar os cofres públicos é coisa de neoliberal reacionário. E se disse melhor fez.
Como encontrasse o tesouro equilibrado, graças ao “acanhado” trabalho de Yeda, os empréstimos devidamente amortizados, depósitos judiciais intocados, lançou-se nosso bravo líder neoesquerdista a mais resoluta gastança de que se tem memória nesta querência amada.
Vê-se agora o governador Sartori a braços com a dificuldade de governar com déficit de cinco bilhões. Como não lhe é dado multiplicar peixes, é compelido a dividi-los em pequenos pedaços, com o que não concorda boa parte da gente. Vai penar.
Será socorrido porque, mais breve do que muitos pensam, a seriedade com que está encarando a realidade de nosso estado será norma geral no Brasil. Isto ocorrerá quando, por renúncia, cassação ou impeachment, a remoção do atual Governo Federal entregar a outras mãos o destino da nação. Aquele a quem couber o bastão haverá de alinhar-se com Sartori. Aqui na planície, queiramos ou não, teremos que apertar os cintos; sejamos liberais, assalariados ou funcionários públicos. Será para o bem de todos e felicidade geral da nação, como disse o saudoso príncipe.
Recebendo o governo com déficit zero das mãos de Yeda Crusius, Tarso genro, muitos se lembrarão, afirmou que não se endividar na gestão pública era sinal de incompetência. Diga-se que esta é norma pétrea da cartilha petista. Possivelmente do velho ódio marxista ao dinheiro, ao capital, à poupança, ao mérito, à burguesia, contraíram os líderes da nova seita a ideia de que é gastando que se faz distribuição e justiça. Amealhar prudentemente, reforçar os cofres públicos é coisa de neoliberal reacionário. E se disse melhor fez.
Como encontrasse o tesouro equilibrado, graças ao “acanhado” trabalho de Yeda, os empréstimos devidamente amortizados, depósitos judiciais intocados, lançou-se nosso bravo líder neoesquerdista a mais resoluta gastança de que se tem memória nesta querência amada.
Vê-se agora o governador Sartori a braços com a dificuldade de governar com déficit de cinco bilhões. Como não lhe é dado multiplicar peixes, é compelido a dividi-los em pequenos pedaços, com o que não concorda boa parte da gente. Vai penar.
Será socorrido porque, mais breve do que muitos pensam, a seriedade com que está encarando a realidade de nosso estado será norma geral no Brasil. Isto ocorrerá quando, por renúncia, cassação ou impeachment, a remoção do atual Governo Federal entregar a outras mãos o destino da nação. Aquele a quem couber o bastão haverá de alinhar-se com Sartori. Aqui na planície, queiramos ou não, teremos que apertar os cintos; sejamos liberais, assalariados ou funcionários públicos. Será para o bem de todos e felicidade geral da nação, como disse o saudoso príncipe.
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