Os
estrategistas palacianos ou, quem sabe, o marqueteiro-mor lhes fazendo
às vezes está, a cada dia, aprimorando a arte de atirar contra a própria
retaguarda, dando tiros no pé, como se costuma dizer.
Entrincheirada no Planalto, a cúpula corrupta recebe fogo cerrado da opinião pública, imprensa inclusa, e da Operação Lava Jato. O congresso, terra de ninguém, foi escolhido pelos sitiados para simular normalidade. Aventam ali fantasias urdidas pelo banqueiro Levy e pelo cínico profissional Renan Calheiros com bizarros nomes-fantasia: Ajuste Fiscal e Agenda Brasil. Com o mínimo de argúcia perceberia qualquer um que este seria o pior momento para atrair o ódio do presidente da câmara Eduardo Cunha. Permitiram que recaísse sobre as costas da combalida presidente a pecha de ter urdido com o MP a trama que redundou em denúncia contra o parlamentar. É claro que isso não aconteceu, mas, a esta altura, um exército de desorientados ganhou as ruas levantando cartazes com o costumeiro “fora Cunha!”.
Falar em corda em casa de enforcado? Irreprimível a percepção de que o clamor pelo banimento deve atingir a quantos se envolvam com a corrupção e, na escala delinquencial, o papel da pupila de Lula ofusca de longe a do parlamentar presidente.
Eduardo permanecerá no cargo, para o que conta com sólida base de apoio. A importante posição que ocupa não sofre erosão do meio político. Não o afetam a inflação, queda do PIB, desemprego, descrença, rebaixamento de nota do Brasil. De sua privilegiada posição continuará a despejar petardos contra a cidadela. Festejam o quê os hierarcas dilmistas?
Entrincheirada no Planalto, a cúpula corrupta recebe fogo cerrado da opinião pública, imprensa inclusa, e da Operação Lava Jato. O congresso, terra de ninguém, foi escolhido pelos sitiados para simular normalidade. Aventam ali fantasias urdidas pelo banqueiro Levy e pelo cínico profissional Renan Calheiros com bizarros nomes-fantasia: Ajuste Fiscal e Agenda Brasil. Com o mínimo de argúcia perceberia qualquer um que este seria o pior momento para atrair o ódio do presidente da câmara Eduardo Cunha. Permitiram que recaísse sobre as costas da combalida presidente a pecha de ter urdido com o MP a trama que redundou em denúncia contra o parlamentar. É claro que isso não aconteceu, mas, a esta altura, um exército de desorientados ganhou as ruas levantando cartazes com o costumeiro “fora Cunha!”.
Falar em corda em casa de enforcado? Irreprimível a percepção de que o clamor pelo banimento deve atingir a quantos se envolvam com a corrupção e, na escala delinquencial, o papel da pupila de Lula ofusca de longe a do parlamentar presidente.
Eduardo permanecerá no cargo, para o que conta com sólida base de apoio. A importante posição que ocupa não sofre erosão do meio político. Não o afetam a inflação, queda do PIB, desemprego, descrença, rebaixamento de nota do Brasil. De sua privilegiada posição continuará a despejar petardos contra a cidadela. Festejam o quê os hierarcas dilmistas?