Surpreende constatar que a
mais imediata percepção parece, assim mesmo, ser a que mais
frequentemente nos escapa. Algo será mais verdadeiro do que haver neste
mundo limite para tudo? Penso nisto ao olhar o fetiche que se atribui ao
marketing político. Vige ainda para muitas consciências a malsinada
afirmação de Goebbels de que uma mentira mil vezes repetida se converte
em verdade. As mentiras do psicopata fizeram o estrago que fizeram não
porque fossem simplesmente repetidas. Sinistro complexo de causas
lastreou a eclosão da tragédia nazista, cuja enumeração quiçá não seja
suficiente para explica-la porque a tudo se somará imponderável
participação da estupidez humana.
Como a desafiar a máxima do limite, na eleição passada, a facção vencedora entregou a plenitude da condução da campanha a um marqueteiro. Outras já lhe tinham sido entregues e redundado em sucesso total. Isto foi suficiente para que se generalizasse a aceitação do absurdo: hoje em dia as campanhas têm que ser entregues a marqueteiros e não mais aos políticos.
Como, pergunta-se, como, pode alguém cujos problemas lidam com questões destinadas a vender sabonetes ou eletrodoméstico s
ou hortaliças conduzir uma campanha à presidência da república? Nesta,
na campanha, incide gama tal de variáveis que soa um pouco jactanciosa a
denominação “cientista político” para acadêmicos do setor. Que se dizer
então de “marqueteiro?”.
Quando o senhor marqueteiro da candidata Dilma, do alto de sua amoralidade, percebeu que seus contratantes tinham-na em igual grau, largou-se sofregamente, com desusada sede ao pote e se mandou a mais formidável procissão de mentiras, calúnias, fraudes, sobretudo, inimaginável coleção de vilanias, de golpes baixos, de sórdida mesquinharia.
Metade do povo abriu os olhos. A outra estava por demais anestesiada pela cantilena do lulopetismo enganador e ainda dormitava na hora de votar. Despertou com o violento tapa na cara do dia seguinte.
No quadro atual chamam o marqueteiro e pedem-lhe um conserto. Atônito, erradio, titubeante, vez que outra diz frases soltas. Com frequência repete: agenda positiva, agenda positiva.
Senhores políticos, entregar campanhas a marqueteiros é o mesmo que organizar uma banda com fabricantes de instrumentos no lugar dos músicos.
Como a desafiar a máxima do limite, na eleição passada, a facção vencedora entregou a plenitude da condução da campanha a um marqueteiro. Outras já lhe tinham sido entregues e redundado em sucesso total. Isto foi suficiente para que se generalizasse a aceitação do absurdo: hoje em dia as campanhas têm que ser entregues a marqueteiros e não mais aos políticos.
Como, pergunta-se, como, pode alguém cujos problemas lidam com questões destinadas a vender sabonetes ou eletrodoméstico
Quando o senhor marqueteiro da candidata Dilma, do alto de sua amoralidade, percebeu que seus contratantes tinham-na em igual grau, largou-se sofregamente, com desusada sede ao pote e se mandou a mais formidável procissão de mentiras, calúnias, fraudes, sobretudo, inimaginável coleção de vilanias, de golpes baixos, de sórdida mesquinharia.
Metade do povo abriu os olhos. A outra estava por demais anestesiada pela cantilena do lulopetismo enganador e ainda dormitava na hora de votar. Despertou com o violento tapa na cara do dia seguinte.
No quadro atual chamam o marqueteiro e pedem-lhe um conserto. Atônito, erradio, titubeante, vez que outra diz frases soltas. Com frequência repete: agenda positiva, agenda positiva.
Senhores políticos, entregar campanhas a marqueteiros é o mesmo que organizar uma banda com fabricantes de instrumentos no lugar dos músicos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário