Poucos, por não dizer nenhuns, acreditarão na
sobrevivência do atual governo. Quem ouviu a entrevista coletiva que
concederam José Pimentel, José Guimarães e Edinho Silva- líder no
senado, líder na câmara e ministro da secretaria de comunicação - pela
ordem, quem presenciou “aquilo” e permaneceu na crença da sobrevivência
do governo estará, perdoe-me a franqueza, longíssimo do mínimo
aceitável.
Um mar de gente, sem qualquer comando ou prévio ajuste, numa espontaneidade aterradora, resolve simplificar o plano de combate e deixa de lado o clamor contra duríssimas agruras para gritar a uma única voz: impeachment!
Sabem o que viram os dignitários do palácio? Pois viram um belíssimo desfile popular de encantador arroubo cívico. Não viram como a multidão estraçalhou a tese do novo mandato que limpa o velho; antes reuniu quatro mandatos num só e os condenou à execração. Não viram como rolou ribanceira abaixo a imagem, construída durante décadas de corrupção e demagogia, do ex-presidente Lula. E como nada disto viram deitaram a falar dos novos tempos.
Tempos de ouro em que Renan subirá ao palco para reencenar, agora com novo script, a farsa da era Mantega.
Um mar de gente, sem qualquer comando ou prévio ajuste, numa espontaneidade aterradora, resolve simplificar o plano de combate e deixa de lado o clamor contra duríssimas agruras para gritar a uma única voz: impeachment!
Sabem o que viram os dignitários do palácio? Pois viram um belíssimo desfile popular de encantador arroubo cívico. Não viram como a multidão estraçalhou a tese do novo mandato que limpa o velho; antes reuniu quatro mandatos num só e os condenou à execração. Não viram como rolou ribanceira abaixo a imagem, construída durante décadas de corrupção e demagogia, do ex-presidente Lula. E como nada disto viram deitaram a falar dos novos tempos.
Tempos de ouro em que Renan subirá ao palco para reencenar, agora com novo script, a farsa da era Mantega.
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