Multiplicam-se análises e prováveis saídas para a
conjuntura, mas, curioso, na maioria delas não é levada em conta aquela
que, sozinha, dispensaria outras variáveis: a realidade. Reprovação
acima dos 70%, inflação galopante, dólar em disparada, políticos sob
investigação ou denúncia, incapacidade de honrar a dívida pública,
iminência de rebaixamento para área de risco, desemprego desgovernado.
Ante esse quadro anunciam-se chamamentos da classe patronal a que se busque concórdia. Concórdia? Com quem? Estarão esquecidos nossos valentes representantes do setor que, até ontem, estavam casados com o governo que causou tudo isto e dele hauriram toda a sorte de favores e de benesses?
A ideia de organizar no senado um dique capaz de conter a balbúrdia vinda da câmara, se prosperar, terá como consequência sério agravamento do que já se mostra gravíssimo. A sobrevivência do governo Dilma arruína toda e qualquer composição que se possa urdir ainda que oriunda da mais brilhante cabeça. Sem que fique assente a necessidade de remoção do atual governo, composições palacianas seriam vãs, não fossem antes desastrosas.
Três são as saídas impostas pelas circunstâncias: renúncia, cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE ou impeachment.
Ante esse quadro anunciam-se chamamentos da classe patronal a que se busque concórdia. Concórdia? Com quem? Estarão esquecidos nossos valentes representantes do setor que, até ontem, estavam casados com o governo que causou tudo isto e dele hauriram toda a sorte de favores e de benesses?
A ideia de organizar no senado um dique capaz de conter a balbúrdia vinda da câmara, se prosperar, terá como consequência sério agravamento do que já se mostra gravíssimo. A sobrevivência do governo Dilma arruína toda e qualquer composição que se possa urdir ainda que oriunda da mais brilhante cabeça. Sem que fique assente a necessidade de remoção do atual governo, composições palacianas seriam vãs, não fossem antes desastrosas.
Três são as saídas impostas pelas circunstâncias: renúncia, cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE ou impeachment.
Nenhum comentário:
Postar um comentário