Há no latim expressão indicativa de apogeu, de excelência ou
desastre, que não se poderá ultrapassar: nec plus ultra. O infortúnio
que atingiu o Brasil quando colocou no comando da nação um homem de
instrução primária, afeito ao discurso simplório, não se consumou nos
intermináveis oito anos de seu governo. Neles o charlatão gastou
recursos que tempos de bonança na economia do mundo nos propiciaram e,
nessa gastança, viabilizou as alianças criminosas que lhe asseguraram
permanência. O pior viria depois.
No lastro eleitoral que conquistou, dissipando o erário em bondades insustentáveis e franqueando a mais desenvolta corrupção do universo, tomado de irrefreável egolatria escolheu a mais rude e despreparada pessoa entre seus áulicos para sucedê-lo.
Dilma Rousseff, como para dissipar qualquer sombra de injustiça destas afirmações acaba de proferir a seguinte frase: “não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta". Nec.
No lastro eleitoral que conquistou, dissipando o erário em bondades insustentáveis e franqueando a mais desenvolta corrupção do universo, tomado de irrefreável egolatria escolheu a mais rude e despreparada pessoa entre seus áulicos para sucedê-lo.
Dilma Rousseff, como para dissipar qualquer sombra de injustiça destas afirmações acaba de proferir a seguinte frase: “não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta". Nec.
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