Ensaia-se no tabuleiro tese das mais bizarras: a crise é
política não econômica. Leia-se: estamos nadando na fartura, mas só por
implicância com a Dilma e o Lula armamos esse fuzuê. Dá para acreditar?
Separar o político do econômico ultrapassa o suportável. Quem assim pensa deve procurar algo para ler. Nem que seja almanaques que davam de graça nas farmácias lá por mil novecentos e cinquenta. Lembro-me do Saphorl. Era bom para o peito e revelava curiosidades sobre o velho Egito. Para partir do zero pode até servir.
Separar o político do econômico ultrapassa o suportável. Quem assim pensa deve procurar algo para ler. Nem que seja almanaques que davam de graça nas farmácias lá por mil novecentos e cinquenta. Lembro-me do Saphorl. Era bom para o peito e revelava curiosidades sobre o velho Egito. Para partir do zero pode até servir.
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