Se há coisa que muito me custou aprender ao longo dos
tropeços da vida é a importância do sinal que se transmite ao povo no
discurso político. Refiro-me à essência, ao punctum dolens de que
falavam os romanos, àquilo que diz que rumo será seguido, que responde à
pergunta para onde iremos. Exemplo: quando os “pacifistas” liderados
por Chamberlain desenvolviam frondosas oratórias, recheadas de lógica, a
apontar os benefícios que adviriam ao povo inglês de uma política de
amansamento de Hitler, Churchill, gênio, ainda que muitos não o
queiram, esbravejava com invejável bravura que isso, o afago ao monstro,
era o caminho para o inferno.
Margareth Thatcher mandou o sinal: ou cortamos o passo a esse sindicalismo voraz, que quer se apropriar do cofre do povo em benefício exclusivo, ou não teremos com que gerir os interesses do Reino Unido.
Entre nós: Temer, ante a queda de Dilma, acena com o caminho para deixar tudo como era antes. Ora, o que era antes já não nos serve. Queremos que a queda do lulopetismo indique o fim do Estado Oligárquico, a serviço dos interesses de clãs, de grupos, de indivíduos.
Margareth Thatcher mandou o sinal: ou cortamos o passo a esse sindicalismo voraz, que quer se apropriar do cofre do povo em benefício exclusivo, ou não teremos com que gerir os interesses do Reino Unido.
Entre nós: Temer, ante a queda de Dilma, acena com o caminho para deixar tudo como era antes. Ora, o que era antes já não nos serve. Queremos que a queda do lulopetismo indique o fim do Estado Oligárquico, a serviço dos interesses de clãs, de grupos, de indivíduos.
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