Importantíssima decisão tomou o
STF acolhendo pedido do TCU pela quebra do sigilo bancário de contratos
entre BNDES e JBS-FRIBOI. Ausente o ministro Tófoli, votaram a favor
Luiz Fux (relator) Rosa Weber e Marco Aurélio Mello. Contra, Luís
Roberto Barroso. O fundamento da defesa e do voto vencido foi o direito
de sigilo de que gozam as operações bancárias, o que é pertinente quando
de dinheiro privado se cogita.
Não quando o dinheiro sai de nós. Ignoro quanto de recurso público nutre o BNDES, mas é de alcance comum que seja a quase totalidade. No baile da democracia, por ser único, dançam mendigos e grão-duques. Daí poderem exigir plena claridade sobre o que lhes pertence.
A decisão praticamente derroga o absurdo veto da presidente Dilma à lei aprovada nas duas casas do Congresso que já houvera posto fim ao suspeitíssimo sigilo. Não pouca coisa, desconfia-se, sairá dessa toca, visto que aberto está o caminho para que venham à luz patrocínios semeados aos quatro ventos, onde se incluem obras em Cuba e outras tiranias de sinistra feição. Afora o que já estão a indicar rumores na própria JBS. É o Brasil que emerge com força inusitada para um campo de luz.
Não quando o dinheiro sai de nós. Ignoro quanto de recurso público nutre o BNDES, mas é de alcance comum que seja a quase totalidade. No baile da democracia, por ser único, dançam mendigos e grão-duques. Daí poderem exigir plena claridade sobre o que lhes pertence.
A decisão praticamente derroga o absurdo veto da presidente Dilma à lei aprovada nas duas casas do Congresso que já houvera posto fim ao suspeitíssimo sigilo. Não pouca coisa, desconfia-se, sairá dessa toca, visto que aberto está o caminho para que venham à luz patrocínios semeados aos quatro ventos, onde se incluem obras em Cuba e outras tiranias de sinistra feição. Afora o que já estão a indicar rumores na própria JBS. É o Brasil que emerge com força inusitada para um campo de luz.
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