Desde que a megalomania de Marx o
levou a chamar de “científico” o modo como via o mundo, a esquerda
contraiu a enfermidade crônica da empáfia. Por igual que as pessoas que
ganham o apelido de “cheguei” e que mal se abancam semeiam repulsa,
piedade ou riso, conforme se as vê, ideólogos e políticos de matriz
marxista, antes de nada, chocam pela incomensurável autossuficiência.
Entre uma legião, pelo simples dever da brevidade, cito as deputadas
Jandira Fhegali e Maria do Rosário. Elas
não falam como qualquer de nós. Assomam à tribuna como sacerdotisas de
um templo profanado, como guardiãs das palavras sagradas. E apontam o
rumo.
Tão senhoras se acham da infalibilidade da seita que abraçaram que se revelam surdas, cegas e mudas ao lamaçal em que se envolveram seus partidos ou aliados. Roubalheira na Petrobrás? Que significado tem perante o entreguismo criminoso dos privatistas? Adolescentes assassinos? Que dizer de médicos insolentes a pedalar acintosamente, tripudiando sobre a miséria da infância abandonada?
Dois milênios e meio faz que viveu aquele sobre cuja cabeça repousa o alicerce de nossa cultura. Disse lisamente: “Tudo o que sei é que sei nada”. Um lampejo, um tênue raio do farol socrático chegasse às nossas bravas deputadas!
Tão senhoras se acham da infalibilidade da seita que abraçaram que se revelam surdas, cegas e mudas ao lamaçal em que se envolveram seus partidos ou aliados. Roubalheira na Petrobrás? Que significado tem perante o entreguismo criminoso dos privatistas? Adolescentes assassinos? Que dizer de médicos insolentes a pedalar acintosamente, tripudiando sobre a miséria da infância abandonada?
Dois milênios e meio faz que viveu aquele sobre cuja cabeça repousa o alicerce de nossa cultura. Disse lisamente: “Tudo o que sei é que sei nada”. Um lampejo, um tênue raio do farol socrático chegasse às nossas bravas deputadas!
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