Por falar em clichês, um dos que mais me atormentam
é o “desafio”. Tresanda a mediocridade ouvir que determinada missão ou
projeto é recebido como tal. Desafio por quê? Quem é o desafiante? A
própria coisa a ser realizada? Como, se ela ainda não existe?
O que se percebe é uma postura de bravata. A necessidade de colocar um derrotado na outra ponta do sucesso, necessariamente vilão: Golias, Dr. Silvana, Rainha Má? Por que não dizer que recebe a missão ou projeto com muita esperança, com confiança em todos os coparticipantes, ou outra vulgaridade inofensiva qualquer?
O que se percebe é uma postura de bravata. A necessidade de colocar um derrotado na outra ponta do sucesso, necessariamente vilão: Golias, Dr. Silvana, Rainha Má? Por que não dizer que recebe a missão ou projeto com muita esperança, com confiança em todos os coparticipantes, ou outra vulgaridade inofensiva qualquer?
Das poucas vezes em que fui desafiado na vida, guardei, com ou sem
justiça, a pior imagem do desafiante. Por isso não consigo entender como
se possa vislumbrá-lo numa obra ou empreendimento.
A adversidade, as dificuldades, dirão, seriam. Acho fraco. Obstáculos não desafiam, contrapõem-se.
A adversidade, as dificuldades, dirão, seriam. Acho fraco. Obstáculos não desafiam, contrapõem-se.
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