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sexta-feira, 15 de maio de 2015

DOIS DEPOIS POR UM AGORA


Tenho para mim que a nação brasileira, família amplificada como dizia o velho Rui, aguardaria com infinita paciência todas as reformas que se fizessem necessárias desde que, aqui e agora, fosse feito tudo o que dá para fazer com o instrumental vigente. Tipo: reduzir a burocracia em 90%; adotar o “deixa fazer” e punir com rigor extremo quem fizer torto; reduzir o Estado à dimensão mínima necessária. Para tanto: a) aplicar poderoso herbicida em todos os cargos de confiança de todos os níveis, visando a permitir somente a sobrevida dos absolutamente imprescindíveis b) extinguir os cargos cujos titulares forem falecendo, salvo os que atendem a atividades-fim, com rigoroso critério de necessidade c) vender todos os próprios da União, Estados e Municípios havidos por via patrimonial d) devolver 90% dos imóveis alugados pela administração pública na base do “onde cabe um, cabem dois” e) elevar em 100% a proteção da cidadania aumentando a capacitação técnica e moral da polícia f) construir novos presídios e modernizar os existentes f) voltar-se para o ensino com face severa: a cada reclamo corporativo atendido, exigir a contrapartida da eficiência.
Deixo de abordar questões atinentes a privatizações e processo eleitoral porque dependem de reformas afetas ao processo legislativo e que, portanto, escapam ao âmbito do “ aqui e agora”
Amigos: este receituário, por canhestro que possa ser, é interminável. Eu, ou você, poderemos aumentá-lo.

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