Tudo leva a crer que os envolvidos nos mega
escândalos, políticos ou não, eram adictos de crença tão arraigada
quanto absurda: Lula seria um semideus, e o poder encarnado nele
indestrutível. Somente isso pode explicar a desenvoltura, quase
infantil, com que se iam ao pote. Explica também porque, de profundis,
lançam aos antigos senhores desesperado clamor por socorro, ameaçando-os
de delação. Como não há socorro possível, choram os prisioneiros e
tremem os mandantes.
A bem da verdade é de se reconhecer que essa mística de indestrutibilidade do poder tem raízes históricas e culturais. Tropeçamos a cada momento com tiradas paralisantes do tipo: vai dar em nada, eles sempre dão a volta por cima, a pizza está assando.
Não faz nada, o ministro Zavascki, tido como homem posto no Supremo pelo lulismo para servir, decidiu que Dilma, contrariamente ao que sustentavam os arautos do lulismo, pode ser investigada, abrindo assim trilha mais segura do que o impeachment, para afastá-la do poder.
A bem da verdade é de se reconhecer que essa mística de indestrutibilidade do poder tem raízes históricas e culturais. Tropeçamos a cada momento com tiradas paralisantes do tipo: vai dar em nada, eles sempre dão a volta por cima, a pizza está assando.
Não faz nada, o ministro Zavascki, tido como homem posto no Supremo pelo lulismo para servir, decidiu que Dilma, contrariamente ao que sustentavam os arautos do lulismo, pode ser investigada, abrindo assim trilha mais segura do que o impeachment, para afastá-la do poder.
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