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terça-feira, 5 de maio de 2015

DA CRÍTICA VÃ


Inimigos declarados do capitalismo, a quem pouquíssimos ouvem, incomodam pouco. Penoso é ouvir a arenga de certos intelectuais sedizentes neutros. Com base nas mazelas inerentes ao sistema, cuja intensidade é maior no mundo subdesenvolvido, expandem ideias que socavam a livre iniciativa e, por consequência, a ordem democrática.
Assumem um ar superior, próprio de quem vem de longe, de quem fala ex cathedra, vagamente enfastiados, tudo a realçar equidistância dos esquerdinhas porraloucas e dos coxinhas caviar. O que dizem ou escrevem tem menos valor que a lã das cabras. Como se um anatomista apontasse como falha no corpo humano a ausência de asas.

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