A crise opera como um esmeril. Todo o partido,
corrente ou facção que com ela se atritar sofrerá desgaste mortal. O PT
já chegou a um ponto sem retorno. O PMDB candidata-se a um mesmo fim.
Cabia ao partido de Ulisses montar no cavalo que passa encilhado, mas os
anos de sociedade que celebrou com a seita mensaleira lhe engessam os
braços. Renan, Jucá, Temer et reliqua, incapazes de compreender
minimamente o que se passa, aspiram, muito mais do que enfrentar os
problemas, a herdar o espólio do vencido
PT. Sinistro restauracionismo que os leve a ocupar a casa do inquilino
expulso, sem mexer em nada, quando muito um calcrin na fachada.
Abre-se assim uma janela para que a oposição, PSDB, DEM, PPS, PSB, SD, não sei se omito alguma sigla, formem bloco capaz de captar a energia que se desata do complexo povo-instituições a clamar por uma nação moderna.
Sem que me arvore em profeta ou cientista político, atrevo-me a dizer que a trilha é simples: impregnar a coisa pública de transparência e lisura. Colocar em máxima tensão os mecanismos existentes para só depois, sobre o lastro obtido através da aceitação popular, pensar em inovações e aprimoramentos.
Abre-se assim uma janela para que a oposição, PSDB, DEM, PPS, PSB, SD, não sei se omito alguma sigla, formem bloco capaz de captar a energia que se desata do complexo povo-instituições a clamar por uma nação moderna.
Sem que me arvore em profeta ou cientista político, atrevo-me a dizer que a trilha é simples: impregnar a coisa pública de transparência e lisura. Colocar em máxima tensão os mecanismos existentes para só depois, sobre o lastro obtido através da aceitação popular, pensar em inovações e aprimoramentos.
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