The Wall Street Journal lançou consistente e bem
ordenada matéria sobre o governo Dilma. Fui lendo até o ponto em que,
por falsa informação, de que ninguém está livre, afirma o autor do texto
que a mandatária, avessa a reuniões políticas, preferia a leitura de
Proust. Parei de ler. Não um camelo, mas uma cáfila passará pelo buraco
de uma agulha antes que Dilma consiga discernir uma linha de “No caminho
de Swann”, romance que abre a série “ Em busca do tempo perdido.”
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