A OAB poderia promover uma campanha educativa para esclarecer o público
das novelas sobre a absoluta irrealidade da advocacia ali praticada.
Não dá para competir, como dizia o personagem de Jô Soares.
Advogado de novela faz misérias. Invade audiências no meio, juntando provas que acabou de conseguir, toma a palavra a qualquer momento e arrazoa a destempo, subjuga o magistrado e passa a comandar a audiência. Orienta a delegada no inquérito policial dando pitaco a torto e a direito. Bate boca com a testemunha contrária.
Claro está que nada tenho contra isso. Ficção é ficção, embora seja o ideal um mínimo de verossimilhança. O chato é que as pessoas passam a imaginar que os profissionais de que se socorrem não passam de pamonhas quando comparados com os advogadões da Rede Globo.
Advogado de novela faz misérias. Invade audiências no meio, juntando provas que acabou de conseguir, toma a palavra a qualquer momento e arrazoa a destempo, subjuga o magistrado e passa a comandar a audiência. Orienta a delegada no inquérito policial dando pitaco a torto e a direito. Bate boca com a testemunha contrária.
Claro está que nada tenho contra isso. Ficção é ficção, embora seja o ideal um mínimo de verossimilhança. O chato é que as pessoas passam a imaginar que os profissionais de que se socorrem não passam de pamonhas quando comparados com os advogadões da Rede Globo.
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