Nem Platão com sua assombrosa teoria
da precedência das ideias sobre as coisas atreveu-se a voar tão alto
como o fizeram os ideólogos gramscianos do PT com a construção de uma
elite reacionária, a opor-se aos “ideais progressistas” do partido. Que
ideais? O mundo já havia acordado e descoberto que Mao Tse Tung não
passava de um bufão narcisista, afeito a hábitos nada condizentes com a
pureza revolucionária que vendiam seus acólitos; Stalin um psicopata
inqualificável que realizou em cenário mais opulento as mesmas
atrocidades de seu irmão em doença Adolf Hitler; esparramadas pelo
sudeste da Ásia e pelo leste europeu, ditaduras feitas à imagem e
semelhança da soviética produziram mais sofrimento e lágrimas do que
todo o sofrimento e todas as lágrimas vertidas pelo mundo até ali.
Sobre os escombros desta tenebrosa saga nasceu o Partido dos Trabalhadores. Para renegá-la? Longe disso. Sem que comemorem ostensivamente as sinistras fabulações de seus antecessores, está claramente claro que as subscrevem. Se em algo diferem é naquilo que separa os tiranos aspirantes dos tiranos apoderados.
Elite reacionária não passa de moinho de vento de que se vale o ardil petista para nos apanhar na rede gramsciana. Fracassaram porque se deixaram contaminar por pseudolideranças, como a de Lula, que os sumiu num fosso irresgatável de corrupção. A esperança é que tenhamos amadurecido o suficiente para não lhes dar nova chance.
Não se extraia destas considerações que estejamos a postular a extinção forçada do PT. Na democracia que almejamos há espaço suficiente para que ele e outras siglas assemelhadas vegetem sem causar dano. As agruras pelas quais estamos passando devem ser lançadas à conta das correntes liberais do comércio político, notadamente o PMDB que, cedendo à sofreguidão fisiológica, ouviu o canto de sereia do demagogo Luís Inácio, e atrelou-se ao carrossel neoesquerdista. Se a duríssima prova por que estamos passando servir para matar para sempre as ilusões bolivarianas e o culto a “salvadores” da pátria, terá valido muito a pena.
Sobre os escombros desta tenebrosa saga nasceu o Partido dos Trabalhadores. Para renegá-la? Longe disso. Sem que comemorem ostensivamente as sinistras fabulações de seus antecessores, está claramente claro que as subscrevem. Se em algo diferem é naquilo que separa os tiranos aspirantes dos tiranos apoderados.
Elite reacionária não passa de moinho de vento de que se vale o ardil petista para nos apanhar na rede gramsciana. Fracassaram porque se deixaram contaminar por pseudolideranças, como a de Lula, que os sumiu num fosso irresgatável de corrupção. A esperança é que tenhamos amadurecido o suficiente para não lhes dar nova chance.
Não se extraia destas considerações que estejamos a postular a extinção forçada do PT. Na democracia que almejamos há espaço suficiente para que ele e outras siglas assemelhadas vegetem sem causar dano. As agruras pelas quais estamos passando devem ser lançadas à conta das correntes liberais do comércio político, notadamente o PMDB que, cedendo à sofreguidão fisiológica, ouviu o canto de sereia do demagogo Luís Inácio, e atrelou-se ao carrossel neoesquerdista. Se a duríssima prova por que estamos passando servir para matar para sempre as ilusões bolivarianas e o culto a “salvadores” da pátria, terá valido muito a pena.
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