A língua portuguesa constrói com o indefinido todos a
substituição de substantivos dos dois gêneros. Exemplo: havia laranjas e
limões, todos da melhor qualidade. João, Pedro e Maria, todos com suas
mochilas, marcharam para a escola.
Curva-se assim a regra ao princípio da economia, um dos fundamentos que regem as estruturações linguísticas. Imagine-se “havia laranjas e limões, todos e todas da melhor qualidade”. “João, Pedro e Maria, eles e ela, com suas mochilas”...
Não por outra razão diz-se “boa noite a todos” pretendendo abranger, e assim é secularmente entendido, a todas as pessoas presentes. Pois não é que a vaga imbecilizante que nos ameaça entendeu de criar a saudação “todos e todas”? O pretexto é um furor igualitarista que vê no inocente “todos” discriminação machista contra as mulheres. Afirmou o clarividente Einstein: duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Da primeira afirmativa não me sinto seguro.
Curva-se assim a regra ao princípio da economia, um dos fundamentos que regem as estruturações linguísticas. Imagine-se “havia laranjas e limões, todos e todas da melhor qualidade”. “João, Pedro e Maria, eles e ela, com suas mochilas”...
Não por outra razão diz-se “boa noite a todos” pretendendo abranger, e assim é secularmente entendido, a todas as pessoas presentes. Pois não é que a vaga imbecilizante que nos ameaça entendeu de criar a saudação “todos e todas”? O pretexto é um furor igualitarista que vê no inocente “todos” discriminação machista contra as mulheres. Afirmou o clarividente Einstein: duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Da primeira afirmativa não me sinto seguro.
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