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segunda-feira, 29 de junho de 2015

DILMA NA CASA BRANCA

Vive o Brasil momentos de incerteza e angústia. Quis a história, que não segue traçado linear e lógico, como imaginam muitos, que esta fosse a ocasião de sermos representados, face ao presidente da mais poderosa nação da terra, pela mais fraca presidente de quantos ocuparam essa eminência.
O diálogo com Obama poderia ser a chave de uma reconquista. Sair o Brasil do estrangulamento a que o condenou política de bloco com tiranias e republiquetas falidas, para o intercâmbio com nações onde vige o Estado de Direito, substrato para o desenvolvimento material e cultural dos povos. Melhor fora que se frustrasse esse encontro de presidentes.
Dois são os prováveis desdobramentos das conversações: por risonho temos o de que sinalize Dilma Rousseff afastamento dos desastrosos postulados bolivarianos que até aqui nortearam seu governo. Quem, indaga-se, acreditará em suas palavras quando, senão não por ação, por inação, traz comprometimento com o mais espantoso escândalo de corrupção da história?
Pode acontecer ainda que a presidente, que costuma oscilar cedendo a pressões de última hora, ou por efeito de suas próprias convicções, renove as baboseiras esquerdopatas e intervencionistas que têm sido nossa desgraça.

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