Há quem seja a favor e quem seja contra.
Tautologia? Sim. Estou gastando parte da quota mínima a que todos temos
direito. Vez por outra se faz necessário colocar a evidência na portada
de um assunto para que as coisas se esclareçam. Como é perfeitamente
compreensível haver quem respalde a pena capital, nada há de estranhável
que ela figure no ordenamento jurídico de uma democracia. É o que
ocorre na Indonésia. A reprimenda está prevista na legislação daquele
país para os crimes que envolvem narcotráfico.
Por desgraça, compatriotas nossos foram condenados, um deles já morto por fuzilamento. O governo brasileiro, cumprindo inescapável dever de solidariedade empenhou-se diplomaticamente para obter a sustação da pena. Até aí morreu Neves.
Por desgraça, compatriotas nossos foram condenados, um deles já morto por fuzilamento. O governo brasileiro, cumprindo inescapável dever de solidariedade empenhou-se diplomaticamente para obter a sustação da pena. Até aí morreu Neves.
Como o atual governo parece ter celebrado um pacto com o grotesco,
nossa presidente, rompendo todos os princípios secularmente firmados no
comércio diplomático, coroando uma série de ameaças de represálias,
ridículas diga-se, acabou por desfeitear o novo embaixador da Indonésia,
mandando que o avisassem, já nos corredores do palácio, ele que vinha
para apresentar credenciais, de que não seria recebido. Lembremo-nos que
a presidente recomendou diálogo com o Estado Islâmico e silenciou sobre
as arbitrariedades de Maduro na Venezuela. Seria de cair para trás, já não nos houvesse derrubado o incomensurável Petrolão.
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