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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

NO LIMITE

O que é o que é uma coisa que parece aquela coisa, mas é outra coisa que parecia aquela coisa? Esta adivinhação em forma de bestialógico (brincadeira colegial de outros tempos) busca dar acanhada ideia da clareza com que se expressam, já não mais as desvalidas Dilma, Ideli e Gleisi, mas os intelectuais da esquerda, seus ideólogos e, sobretudo, o guru, o iluminado, aquele a quem Deus dispensou o abecedário para que chegasse ao doutorado.
Este, já em alto mar de insanidade, proclama defender a Petrobrás. Chamando o MP, polícia, bombeiros, juízes? Não. Ao Stédile para que ponha na rua sua tropa e detenha a turba que quer pôr a baixo o “nosso projeto.” Aquele que tirou 40 milhões de brasileiros de onde não estavam e levou para onde melhor fora que nunca fossem.
Lula chamou de exército o aglomerado que o demagogo, explorando carência e boa fé, aviltou, pondo-o sob dependência e lavando-lhe a mente por meio de sistemática catequização onde se ensina o culto a Guevara e o ódio a quem o destino livrou da pobreza.
Venderam gasolina barata quando era cara, a cata de votos, vendem-na cara agora que está barata para cobrir o rombo. “Mas a dor que excrucia e que maltrata” como dizia o saudoso monarca D.Pedroll, é tentarem nos convencer de que não houve isso.
A agência Moodys, cujos méritos não cabe discutir numa hora destas, se levarmos em conta que seu aval atrairá ou afastará bilhões de dólares, rebaixou o grau da Petrobrás para aquilo que na gíria financeira é chamado de basura em espanhol, lixo em português, junk em inglês. Ante esse quadro a presidente do Brasil lamentou que a agência assim agisse por ignorar a situação da estatal. O pior é que está certa: não só a agência, mas ela, Dilma, as torcidas juntas do Flamengo e do Corínthians, o Pentágono, as universidades de Oxford, Harvard e Cambridge, o papado, enfim o mundo, anseia por conhecer a extensão do estrago a que foi submetida a empresa.
Vana verba em latim, conversa fiada em português, quando uma só palavra nos diz tudo. Basta!

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