Cavalgávamos eu e meu pai pelos corredores da Mina, de volta “às casas” após visitar um amigo quando ele perguntou:
- Quem são “eles” que fulano repete a todo o momento?
- Eles são o contra – respondi – a adversidade, o que atrapalha.
Meu pai lançou-me olhar de admiração, de pasmo. Era parcimonioso em elogios, por isso mal pude disfarçar o orgulho quando ouvi:
- Sim senhor! Nunca escutei explicação tão clara em minha vida. Eles são o que se atravanca, o que dificulta. Sim senhor!
Era um menino. Nunca imaginei que, passados quase setenta anos, ia deparar com minha intuição infantil confirmada em cenário tão vasto. O lulopetismo bate sem alívio no “eles”. Eles são inimigos dos pobres. Eles querem vender a Petrobrás. Eles...
Tudo o que resiste a seu disparatado ideário leva a marca sinistra: “eles”.
- Quem são “eles” que fulano repete a todo o momento?
- Eles são o contra – respondi – a adversidade, o que atrapalha.
Meu pai lançou-me olhar de admiração, de pasmo. Era parcimonioso em elogios, por isso mal pude disfarçar o orgulho quando ouvi:
- Sim senhor! Nunca escutei explicação tão clara em minha vida. Eles são o que se atravanca, o que dificulta. Sim senhor!
Era um menino. Nunca imaginei que, passados quase setenta anos, ia deparar com minha intuição infantil confirmada em cenário tão vasto. O lulopetismo bate sem alívio no “eles”. Eles são inimigos dos pobres. Eles querem vender a Petrobrás. Eles...
Tudo o que resiste a seu disparatado ideário leva a marca sinistra: “eles”.
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