Se do capitalismo colheu-se
do bom e do ruim, como tudo nesta vida, do socialismo o que se viu foi
um rosário de trágicos fracassos: o vir-abaixo da União Soviética,
transformada em gigantesco campo de concentração; sucessivos genocídios
na China, com a morte pela fome e frio de centenas de milhões de
camponeses por conta da delirante aventura do maoísmo durante o “grande
salto”; palco de horrores no sudeste asiático com a figura de Pol Pot,
tirano cujo sadismo e loucura chegam a apequenar os crimes de Hitler;
destruição da economia da Alemanha Oriental; empobrecimento de todos os
países do leste europeu sob domínio de Moscou; ruína total em Cuba; caso
aparte na Venezuela: transformação de uma Potência Petrolífera em nação
miserável.
A segunda crítica que nos fazem os esquerdistas, por igual injusta, é a de sermos adoradores da grande imprensa. Apontam defeitos nos meios de comunicação, realmente existentes, mas que lhes são inerentes, e esquecem-se de dizer que quando o oficialismo lhes reserva espaços nas redes oficiais, a audiência que logram mal se afasta do zero. A verdade, que não conseguem esconder nem dos néscios, é que pretendem instaurar a censura, a pretexto de coibir o monopólio.
Por derradeiro, imputam-nos os bolivarianos a pecha de neoliberais. Há realmente, pelo mundo afora, quem sustente a onipotência do mercado como forma ideal de governo. Não vejo nada de infamante nem de vergonhoso em assim pensar, embora não me agregue a tal corrente. Pelo que se percebe, os adeptos do liberalismo extremado não têm expressão eleitoral e nem mesmo quando elegem um de seus representantes, caso de Margareth Thatcher, conseguem imprimir seu rumo na política do país. A ministra celebrizou-se por seu magistral desempenho, mas o Reino Unido não se transformou em palco do neoliberalismo.
A discussão sobre o tamanho que deve ter o Estado é por demais bizantina. Deve ter o tamanho necessário, pois não é?
A segunda crítica que nos fazem os esquerdistas, por igual injusta, é a de sermos adoradores da grande imprensa. Apontam defeitos nos meios de comunicação, realmente existentes, mas que lhes são inerentes, e esquecem-se de dizer que quando o oficialismo lhes reserva espaços nas redes oficiais, a audiência que logram mal se afasta do zero. A verdade, que não conseguem esconder nem dos néscios, é que pretendem instaurar a censura, a pretexto de coibir o monopólio.
Por derradeiro, imputam-nos os bolivarianos a pecha de neoliberais. Há realmente, pelo mundo afora, quem sustente a onipotência do mercado como forma ideal de governo. Não vejo nada de infamante nem de vergonhoso em assim pensar, embora não me agregue a tal corrente. Pelo que se percebe, os adeptos do liberalismo extremado não têm expressão eleitoral e nem mesmo quando elegem um de seus representantes, caso de Margareth Thatcher, conseguem imprimir seu rumo na política do país. A ministra celebrizou-se por seu magistral desempenho, mas o Reino Unido não se transformou em palco do neoliberalismo.
A discussão sobre o tamanho que deve ter o Estado é por demais bizantina. Deve ter o tamanho necessário, pois não é?
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