Para ler o Brasil torna-se obrigatória a busca de dados no estrangeiro. Isto porque o mau costume bolivariano de falsificar índices alastrou-se como peste por esta malsinada América Latina. A poupança, destinada a pagar os juros da dívida, é falseada por meio do que eufemística e debochadamente o Palácio denomina contabilidade criativa. Consiste em lançar mão de artifícios, dignos de um mágico amador. Por eles, débitos são lançados como créditos. Assim o montante vai mermando enquanto o jogral palaciano nos diz que está aumentando. A nós outros só resta rir para não chorar.
Já o número de desempregados ostenta placar comparável ao da Alemanha. Não se diz ali que somente são computados os que se declaram como tal. Não são contados aqueles que por absoluta impossibilidade de inserção melhor lançam-se a formas rudimentares de trabalho informal que mal mascara a indigência.
Não menos risível a festejada ascensão de 40 milhões de brasileiros ao status de classe média por haver atingido o nível de mil reais de renda familiar. Poderíamos ir longe, muito longe, enumerando coisas deste naipe. Vamos aos poucos. Por ora pesa-nos registrar que há quem acredite nas falsificações, mas, mil vezes pior, não são poucos os que fingem acreditar.
Já o número de desempregados ostenta placar comparável ao da Alemanha. Não se diz ali que somente são computados os que se declaram como tal. Não são contados aqueles que por absoluta impossibilidade de inserção melhor lançam-se a formas rudimentares de trabalho informal que mal mascara a indigência.
Não menos risível a festejada ascensão de 40 milhões de brasileiros ao status de classe média por haver atingido o nível de mil reais de renda familiar. Poderíamos ir longe, muito longe, enumerando coisas deste naipe. Vamos aos poucos. Por ora pesa-nos registrar que há quem acredite nas falsificações, mas, mil vezes pior, não são poucos os que fingem acreditar.
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