Embora o momento não esteja para gracejos ocorre-me
perguntar: Levy, Levy que fazes aí? Aos poucos vai se tingindo de ridículo a
figura senhorial do ministro, qualquer coisa como alguém dotado de poder e
recursos que chega de fora para dar uma mão, um tio, tiozão chamado para pôr
ordem no negócio que a sobrinhada endiabrada está pondo a pique.
Ao que tudo indica, e indica em negrito, a soma de
riquezas a ser produzida no ano que começa sofrerá quebra de avassalador
impacto. Ficasse em zero e já estaríamos enfrentando o caos. Há poderosos
indícios de que chegue à recessão. Em face disso, a diminuição da arrecadação
produzirá déficit de tal monta que os vinte bilhões que o ministro pretende
arrancar por via impositiva, agravando o que já é gravíssimo, não passarão de
trocados, caraminguás, merrecas.
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