A
todo instante os luminares, do que residualmente se define como esquerda,
ameaçam a liberdade de expressão com a mais variada quanto esfarrapada gama de
motivos. Onde a liberdade é plena, nós outros, os destinatários da mensagem,
temos sempre a possibilidade de escolher entre elas a que, de nosso alvedrio,
nos pareça verdadeira ou menos falseada. Quando delegamos esse direito natural,
o de escolher a informação ou o entretenimento, impõe-se a pergunta: quem é
suficientemente isento e clarividente para escolher por nós? Um Colégio de Clérigos?
Um Conselho extraído dos Movimentos Sociais? Um Alto Comissariado da Cultura e
da Informação?
Dizem-nos
os sábios da “vanguarda”: você não é livre Zezinho; você é ingênuo,
manipulável, eles o enrolam e levam para onde quiserem. Santo Deus, quem será o
Zezinho? Serei eu por acaso? Será você prezado leitor? E “eles” quem serão?
“Eles”, os terríveis, que nos levam para onde querem?
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