É hoje em dia muito nítida a influência dos sinais emitidos
desde as culminâncias do poder no desenrolar dos acontecimentos do meio
político. Dando-se por incontroverso que a base aliada que se formou para
respaldar o lulopetismo no parlamento tem como único fator de coesão a prática
da corrupção em todas as suas variáveis, qualquer consigna vinda do alto, no
sentido da moralização, soa como sinal de alarme.
A ratazana se alvoroça: O quê? Cortar despesas? Demitir CCs?
Extinguir ministérios? Suspender obras? Investigar contratos? Querem nos
ferrar!
Inútil tentar apagar incêndio com água em saquinhos. É que
os ductos pelos quais se emitem os sinais são midiáticos. As mensagens
tranquilizadoras, garantindo que é tudo mentirinha, serão secretas e boca-a-boca.
Como a emissão de sinais de probidade, por pressão da
opinião pública, torna-se imperiosa, pode ser observado um contínuo e
incansável processo de erosão e desagregação das forças populistas.
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