É
hoje corrente a percepção de que fatores de ordem subjetiva influem
poderosamente na trama mercadológica. A grei investidora, em que pese sua
avidez por lucros, arrepia-se e foge da luta ao menor indício de perigo. E,
para surpresa nossa, tem a sensibilidade de um artista para sondar a
sinceridade dos dirigentes quanto aos rumos que pretendem dar à economia.
É
nessa atmosfera, quando o palácio veste de querubim e tange a lira, jurando que
ama, amou e amará o lucro honesto, exagerando até em loas ao espírito animal
dos empresários, que o PT irrompe na cena e desfralda o sinistro socialismo do
século 21, algo que torna palatáveis, por comparação, os planos quinquenais do
bolchevismo.
E
agora? Até que ponto o PT manda no palácio? Pouco? Muito? Muitíssimo? Pelo sim
ou pelo não, haja colchões para guardar a dinheirama.
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