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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

COM DINHEIRO NÃO SE BRINCA



É hoje corrente a percepção de que fatores de ordem subjetiva influem poderosamente na trama mercadológica. A grei investidora, em que pese sua avidez por lucros, arrepia-se e foge da luta ao menor indício de perigo. E, para surpresa nossa, tem a sensibilidade de um artista para sondar a sinceridade dos dirigentes quanto aos rumos que pretendem dar à economia.
É nessa atmosfera, quando o palácio veste de querubim e tange a lira, jurando que ama, amou e amará o lucro honesto, exagerando até em loas ao espírito animal dos empresários, que o PT irrompe na cena e desfralda o sinistro socialismo do século 21, algo que torna palatáveis, por comparação, os planos quinquenais do bolchevismo.
E agora? Até que ponto o PT manda no palácio? Pouco? Muito? Muitíssimo? Pelo sim ou pelo não, haja colchões para guardar a dinheirama.

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