Em qualquer tempo, independentemente da evolução
dos usos e costumes, da cultura vigente, comunique-se o homem por meio
de sinais de fumaça ou pela instantaneidade da eletrônica, haverá sempre
distinção entre elegância e vulgaridade.
A vulgaridade é comum, encontradiça em todos os cenários da atividade humana, mas se há sítio de eleição para que ela ostente sua feiura, este será a política. Entre a multidão de vulgares que povoam os parlamentos, eis que nada como a tribuna para que eles se mostrem, avultam os extremistas. Nem todo o político vulgar é extremista, mas todo o extremista é vulgar. Aos radicais de todo o gênero não socorrem os duendes da tolerância, do comedimento, da cortesia, do respeito às convicções alheias, visto que o extremista, mal de seus pecados, sente-se dono da verdade.
Estas considerações vêm a pelo para concluirmos lisamente que os deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário, protagonistas da tosca contenda que os levou a proferir baixarias são almas gêmeas. O primeiro expõe com arrogância, não raro truculência, sua adesão a teses discriminatórias com fundamento em questões de sexo, de raça, a par de manifestar veemente reverência ao sombrio período de ditadura que nos desgraçou e que, hoje em dia, até as pedras repudiam. A segunda, levada por seu fanatismo, vê na atuação da polícia descarada perseguição aos negros, pobres e excluídos em geral, promovida por “eles”, os detentores do poder, sem que possamos entender em que tal crueldade favoreceria os membros dessa intangível grei. Seu fervor pelos Direitos Humanos jamais, nem à mão de Deus Padre, faz com que ela se comova com as vítimas do crime que tombam a cada momento e, diga-se, sempre em maior número entre os desvalidos.
Tempos atrás, a deputada, trêfega, mal havia eclodido uma corrida aos fundos do Bolsa Família, devido a trapalhada de funcionários afetos ao programa, apressou-se em atribuir à oposição o que definiu como sabotagem.
O triste episódio em que se envolveram não enseja juízo condenatório que não envolva a ambos. Caberia à deputada, segundo amplamente noticiado, a primazia da agressão, quando acusou Bolsonaro de ser estuprador. O revide, estúpido, destemperado não se amolda a nenhuma excludente. Sem novidades no front, mais um lamentável episódio sem mocinho.
A vulgaridade é comum, encontradiça em todos os cenários da atividade humana, mas se há sítio de eleição para que ela ostente sua feiura, este será a política. Entre a multidão de vulgares que povoam os parlamentos, eis que nada como a tribuna para que eles se mostrem, avultam os extremistas. Nem todo o político vulgar é extremista, mas todo o extremista é vulgar. Aos radicais de todo o gênero não socorrem os duendes da tolerância, do comedimento, da cortesia, do respeito às convicções alheias, visto que o extremista, mal de seus pecados, sente-se dono da verdade.
Estas considerações vêm a pelo para concluirmos lisamente que os deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário, protagonistas da tosca contenda que os levou a proferir baixarias são almas gêmeas. O primeiro expõe com arrogância, não raro truculência, sua adesão a teses discriminatórias com fundamento em questões de sexo, de raça, a par de manifestar veemente reverência ao sombrio período de ditadura que nos desgraçou e que, hoje em dia, até as pedras repudiam. A segunda, levada por seu fanatismo, vê na atuação da polícia descarada perseguição aos negros, pobres e excluídos em geral, promovida por “eles”, os detentores do poder, sem que possamos entender em que tal crueldade favoreceria os membros dessa intangível grei. Seu fervor pelos Direitos Humanos jamais, nem à mão de Deus Padre, faz com que ela se comova com as vítimas do crime que tombam a cada momento e, diga-se, sempre em maior número entre os desvalidos.
Tempos atrás, a deputada, trêfega, mal havia eclodido uma corrida aos fundos do Bolsa Família, devido a trapalhada de funcionários afetos ao programa, apressou-se em atribuir à oposição o que definiu como sabotagem.
O triste episódio em que se envolveram não enseja juízo condenatório que não envolva a ambos. Caberia à deputada, segundo amplamente noticiado, a primazia da agressão, quando acusou Bolsonaro de ser estuprador. O revide, estúpido, destemperado não se amolda a nenhuma excludente. Sem novidades no front, mais um lamentável episódio sem mocinho.
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