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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

ELEIÇÕES GERAIS

NÃO SE REQUER mais do que um dedal de bom senso para perceber que o assunto eleições dois anos antes do pleito seria extemporâneo não fosse absurdo. Aventam-se pesquisas com metade de eleitores que se esquivam de opinar. Na outra metade põem-se em cotejo fantasmas contra mortos. Até um interdito pode perceber que Alckmin, Aécio, Serra são candidaturas que o descrédito tornou inexequíveis, ao menos nesta quadra da vida nacional. Lula, morto, tem, e possivelmente terá, diminuto mas granítico contingente de fanáticos que lhe garantem favoritismo em pleito imaginário e fora de propósito.
O país vai emergir do abismo em que o sumiu a delinquência bolivariana. Nomes que de alguma forma possam ser associados à volta dos empregos, a melhoras, ainda que pálidas, na saúde e na segurança, desde que totalmente livres de Lava Jato, roubarão a cena.

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