Na justa medida em que os políticos perdem o
protagonismo para as instituições, exasperam seus hábitos condenáveis,
apegam-se a cargos, e deles uma vez senhores, roubam e corrompem com
redobrada fúria.
Nem todos. Expressivo número de parlamentares, governadores e dirigentes partidários mantêm-se íntegros. Fundem-se com as ruas, com o MP, com a polícia, com a imprensa, para, cada vez mais, isolar o bando da propina. Mas aqueles, já marcados pela improbidade, parecem adoecer com a proximidade do castigo e o que era imprudência vira temeridade. Longe de compreender que a sofreguidão pelas tetas do erário lhes apressará o fim, lançam-se a uma orgia de gastança nos gabinetes do Planalto e do Parlamento, como a corte de Luís XVI em Versalhes, como a nobreza escravista na Ilha Fiscal, como o arruinado que paga todas as rodadas porque, diz, “a vida é bela e inúteis são todas as teorias”.
Nunca foi tão verdadeira a máxima de Eurípedes: “os deuses primeiro enlouquecem aqueles a quem querem destruir”
Nem todos. Expressivo número de parlamentares, governadores e dirigentes partidários mantêm-se íntegros. Fundem-se com as ruas, com o MP, com a polícia, com a imprensa, para, cada vez mais, isolar o bando da propina. Mas aqueles, já marcados pela improbidade, parecem adoecer com a proximidade do castigo e o que era imprudência vira temeridade. Longe de compreender que a sofreguidão pelas tetas do erário lhes apressará o fim, lançam-se a uma orgia de gastança nos gabinetes do Planalto e do Parlamento, como a corte de Luís XVI em Versalhes, como a nobreza escravista na Ilha Fiscal, como o arruinado que paga todas as rodadas porque, diz, “a vida é bela e inúteis são todas as teorias”.
Nunca foi tão verdadeira a máxima de Eurípedes: “os deuses primeiro enlouquecem aqueles a quem querem destruir”
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