Na célebre parábola do vinho disse Jesus: “ninguém põe remendo de pano
novo em vestido velho, porque o remendo tira parte do vestido, e fica
maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; de outro modo
arrebentam os odres, e derrama-se o vinho, e estragam-se os odres. Mas
vinho novo é posto em odres novos, e ambos se conservam”.
Com as devidas escusas ao sentimento religioso dos leitores, tomo as palavras do nazareno em sentido político, pragmático, diria prático até, com vistas à euforia de muitos ante o anúncio de pessoas sérias e bem-intencionadas a compor o ministério de Dilma Rousseff para o próximo quatriênio. Essas pessoas, vinho novo - tão certo quanto a igualdade dos ângulos da base do triângulo isósceles- irão entrar em violenta rota de colisão com a “base aliada” e as sonhadas medidas saneadoras serão sepultadas pelo fragor da batalha que se travará entre o fisiologismo majoritário e a isolada mandatária.
Com as devidas escusas ao sentimento religioso dos leitores, tomo as palavras do nazareno em sentido político, pragmático, diria prático até, com vistas à euforia de muitos ante o anúncio de pessoas sérias e bem-intencionadas a compor o ministério de Dilma Rousseff para o próximo quatriênio. Essas pessoas, vinho novo - tão certo quanto a igualdade dos ângulos da base do triângulo isósceles- irão entrar em violenta rota de colisão com a “base aliada” e as sonhadas medidas saneadoras serão sepultadas pelo fragor da batalha que se travará entre o fisiologismo majoritário e a isolada mandatária.
De outra parte, não se pode exigir das hostes que resolutamente se opõem ao lulopetismo, um colaboracionism o
que lhe dê sobrevida, que lhe dê alento para que se recomponha e volte a
atacar com redobrado ânimo, encobrindo com jargões socializantes a mais
sórdida bandidagem.
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