Se alguém necessita de roteiro para melhor se
posicionar a favor dos ladrões que na Petrobras conseguiram realizar o
maior escândalo político da história da humanidade, leia no Correio do
Povo de hoje, cinco, a coluna de Juremir Machado da Silva.
Extrai-se do texto que o monumental esforço da Polícia Federal, Ministério Público e Justiça do Paraná é um monte de papel viciado, em que favorecimento, perseguição e omissão formam uma pasta informe a impor uma única conclusão: todos os agentes são corruptos e a única forma de se impedir que uns paguem pelo outros, suma injustiça, é deixar tudo como está.
Textos assim têm o poder de inibir qualquer contradita minimamente séria. Não se trata de um ponto de vista, mas de desnudado cinismo que denuncia doença. Atrevo-me a dizer que a adesão aos termos do artigo de Juremir implica secreto desejo de que a impunidade perdure para sempre.
Extrai-se do texto que o monumental esforço da Polícia Federal, Ministério Público e Justiça do Paraná é um monte de papel viciado, em que favorecimento, perseguição e omissão formam uma pasta informe a impor uma única conclusão: todos os agentes são corruptos e a única forma de se impedir que uns paguem pelo outros, suma injustiça, é deixar tudo como está.
Textos assim têm o poder de inibir qualquer contradita minimamente séria. Não se trata de um ponto de vista, mas de desnudado cinismo que denuncia doença. Atrevo-me a dizer que a adesão aos termos do artigo de Juremir implica secreto desejo de que a impunidade perdure para sempre.
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