Parafraseando Gertrude Stein que disse " uma rosa é uma rosa, uma rosa, uma rosa" digo eu que um blog é um blog....Faço-o com a intrepidez dos néscios, dado que não tenho a mínima noção de como se deva gerir semelhante meio de comunicação. Daí que estou te nomeando âncora plenipotenciário para que provejas tudo que possa estruturar a empreitada.
Resulta que tenho uma participação semanal, aos sábados, do meio dia a uma, no Programa Visão Geral, dirigido por Edgar Muza. Ali expando idéias sobre inúmeros campos, política sobretudo. Aqui farei eco do que digo lá, procurando adaptar-me ao novo instrumento.
Tenho repetido, sem descanso, que vivemos um descompasso irremediável entre o Brasil moderno, rico, esperançoso, e esse governicho inqualificável também conhecido como era lula, calcado no puro e simples coronelismo, Sarney à frente, de que derivam o mais desenfreado jaguncismo, gangsterismo, bandoleirismo, roubalheira, enfim, um rosário sem fim de males.
O choque inevitável. após uma série de tremores que o prenunciavam, acabou por eclodir com a crise do Ministério dos Transportes em que se evidenciou o comprometimento total do órgão, em toda a sua extensão, com o mais deslavado esquema de corrupção. Infere-se que o modelo de loteamento, que fez água no Ministerio dos transportes, estende-se aos demais.
A atual presidente, fruto genuíno dessa visão política, eleita para garantir-lhe continuidade, viu-se na contingência de assumir papel saneador, premida pelo conjunto de forças da democracia reinante, imprensa, opinião pública, oposição.
Há quem diga que a oposição deva poupá-la para não empecer o processo de regeneração. forçando-a a interromper a faxina. Parece-nos equivocada essa leitura. Primeiro porque não tem viabilidade de ser concretizada. A oposição não poderia, sob pena de descaracterizar-se, afrouxar a vigilância, divorciando-se das demais forças que clamam pela apuração dos fatos e punição dos culpados, bem como pelo aprofundamento da investigação sobre todo o aparelho de Estado. Segundo porque há o risco de, capitalizando os frutos da faxina inicial, vir o planalto a sustar o processo, tornando verdadeira a máxima do príncipe Fabrizio Tancredi, do romance de Lampedusa: vamos mudar algumas coisas para que tudo permaneça como está.
Resulta que tenho uma participação semanal, aos sábados, do meio dia a uma, no Programa Visão Geral, dirigido por Edgar Muza. Ali expando idéias sobre inúmeros campos, política sobretudo. Aqui farei eco do que digo lá, procurando adaptar-me ao novo instrumento.
Tenho repetido, sem descanso, que vivemos um descompasso irremediável entre o Brasil moderno, rico, esperançoso, e esse governicho inqualificável também conhecido como era lula, calcado no puro e simples coronelismo, Sarney à frente, de que derivam o mais desenfreado jaguncismo, gangsterismo, bandoleirismo, roubalheira, enfim, um rosário sem fim de males.
O choque inevitável. após uma série de tremores que o prenunciavam, acabou por eclodir com a crise do Ministério dos Transportes em que se evidenciou o comprometimento total do órgão, em toda a sua extensão, com o mais deslavado esquema de corrupção. Infere-se que o modelo de loteamento, que fez água no Ministerio dos transportes, estende-se aos demais.
A atual presidente, fruto genuíno dessa visão política, eleita para garantir-lhe continuidade, viu-se na contingência de assumir papel saneador, premida pelo conjunto de forças da democracia reinante, imprensa, opinião pública, oposição.
Há quem diga que a oposição deva poupá-la para não empecer o processo de regeneração. forçando-a a interromper a faxina. Parece-nos equivocada essa leitura. Primeiro porque não tem viabilidade de ser concretizada. A oposição não poderia, sob pena de descaracterizar-se, afrouxar a vigilância, divorciando-se das demais forças que clamam pela apuração dos fatos e punição dos culpados, bem como pelo aprofundamento da investigação sobre todo o aparelho de Estado. Segundo porque há o risco de, capitalizando os frutos da faxina inicial, vir o planalto a sustar o processo, tornando verdadeira a máxima do príncipe Fabrizio Tancredi, do romance de Lampedusa: vamos mudar algumas coisas para que tudo permaneça como está.
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ResponderExcluirPrezado Dr. Abero, parabéns pelo blog. Todos os sábados almoço escutando seus comentários, no programa Visão Geral, do Musa. Aplaudo, comento, participo e vibro sem que o senhor saiba minha opinião, agora neste espaço a interação é possível e sua opinião vai ser universalizada. Portanto, mais entusiasmada fiquei.
ResponderExcluirDr. Abero, um abraço e sucesso no blog.
ResponderExcluirSou ouvinte do programa Visão Geral do Musa, aos sábados.
Parabéns pela iniciativa.
Walfredo Macedo
Boa tarde Dr. Abero, passo acompanhar seu blog, mais um canal de informação. Parabens.
ResponderExcluirEuclydes Marinho
Oi Dr. Abero, a partir de agora passo a segui-lo nessa nova empreitada. Tenho certeza que em breve estará dominando a ferramenta. bjus
ResponderExcluirJeea, Walfredo , Marinho, Jaqueline e amigos. Sem o estímulo de vocês não tem papo. De que vale falar ou escrever se ninguém nos ouve? Agradeço de coração, beijos, Abero.
ResponderExcluirgostaria e muito de passar algumas horas para transcender como mergulhar nas águas de um rio, dar ouvidos a tua sabedorias é estar sempre a renovar. obrigado pela contribuições as nossas vidas.
ResponderExcluirum grande abraço.